Santos Stones

SOBRE

"Diamantes são só pedaços de carvão, que persistiram em seus trabalhos." (Minnie Richard Smith)
Pensamos a empresa como uma pedra preciosa: nas mãos de quem entende e cuida, dura para sempre. E a loja na Alameda Santos é só a ponta do iceberg de uma empresa familiar que há mais de cinco décadas se dedica ao trabalho com pedras preciosas. Os conhecimentos de garimpo, lapidação, confecção e avaliação passaram de pai para filho, com o tempo cada vez mais aprimorados na produção de belíssimos exemplares de joias e objetos de decoração.
Em 1947 a família já era pioneira. Aos oito anos, o futuro Prof. Dr. José Antonio dos Santos já estudava mineralogia, e o pai, que era garimpeiro, passou a visitar as minas e lapidar o que extraía delas. Em 1957 foi aberta a primeira Santos•Stones Pedras Preciosas. Dessa vez se oferecia também avaliação de gemas, um serviço exigente num país de belezas naturais exclusivas, este Brasil de mais de duzentos tipos de pedras encontradas em seu solo.
Os brilhantes anos 60 para a Santos•Stones. Em 1961 uma loja foi aberta na rua Xavier de Toledo. Além de fabricar e lapidar as próprias joias, foi criada uma escola de lapidação – outro pioneirismo da Santos•Stones, que importou máquinas que até então não haviam no país. Além disso, foi fundada a Associação Brasileira de Gemologia e Mineralogia, hoje reconhecida pelos órgãos federais, marcando de vez a importância da empresa na história do ramo no Brasil.
O brinco da Rainha Elizabeth. Em 1962 um fato levou a empresa à notoreidade internacional. Marta Rocha, modelo candidata a Miss Brasil, batizou uma das Águas Marinhas mais bonitas já encontradas em nosso solo. A partir desta pedra produzimos uma joia para presentear Elizabeth II, rainha da Inglaterra. O brinco ganhou destaque em diversos meios de comunicação do mundo todo, um grato reconhecimento pelo nosso sempre grande empenho.